Zulma Fontana

Casada com José João Maximiliano

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informações de Zulma Fontana

Zulma Fontana, filha de Pacífico Fontana e Rosina Da Soler, nascida em 07 de julho de 1941, na residência dos pais, no Bairro São Simão. Sétima filha de uma família de 11 irmãos. Foi batizada na Igreja São José de Criciúma, hoje Catedral São José, onde seus padrinhos foram Vergínio e Salute Dasoler. Crismada na mesma Igreja, ainda pequena, também acompanhada da madrinha Lídia Dasoler. Fez doutrina, preparando-se para a Primeira Comunhão, na mesma igreja onde foi batizada. Estudou até o terceiro ano primário na Escola do bairro onde residia. Suas professoras foram Carmela Benedet Casagrande e as irmãs Maria e Mari Marcos. 

 

Começou a trabalhar desde criança na roça, com seus pais e irmãos. Plantavam milho, arroz, feijão, trigo, café, mandioca, batata-doce, amendoim, batatinha, cana-de-açúcar, entre outras culturas. Ao meio dia, a mãe levava o almoço. Voltavam na tardinha, tomavam banho, jantavam, rezavam o terço e, às vezes, antes de dormir tinha que ir ajudar no engenho de farinha de seu pai.

Não tem preferência por comida, já que gosta de tudo, principalmente, as italianas. Confeccionava as suas próprias roupas, devido a curso de corte e costura que fez, quando ainda era jovem e, para aproveitar a máquina de costura que ganhou de seu pai. Fazia crochê e bordava à mão, o que faz até hoje. Fez e bordou o próprio enxoval.

 

Aos domingos se reunia com algumas amigas: Mariquinha, Noemia, Mafalda e na companhia de seus irmãos dançavam em Cocal, hoje Cocal do Sul. Conheceu José, seu marido, ainda quando criança, no engenho de seu pai. José ia com sua mãe comprar farinha e a mãe dele a chamava de “minha nora” e ela corria para se esconder de vergonha. Perderam o contato, pois a família dele foi morar em Rio Grande do Sul. Se reencontraram no aniversário da madrinha dele, Rosa Casagrande, no dia 30 de agosto de 1960. Neste mesmo dia começou o namoro, que durou quatro meses. Noivaram no dia 25 de dezembro do mesmo ano.

 

O casamento aconteceu no dia 10 de junho de 1961, onde passou a chamar-se de Zulma Fontana Maximiliano. Foram de ônibus para a cerimônia até a Igreja São José, que se realizou às 12 horas (meio dia). O celebrante foi o Padre Manoel Odorico Francisco, hoje vigário da Paróquia Nossa Senhora da Salete, no Bairro Próspera. A recepção foi na casa dos pais da noiva, que durou o dia todo, com churrasco no almoço e café com bolo e doces, à tarde, não podendo faltar um divertido “arrasta-pé”. Foram morar de aluguel no Bairro Pinheirinho até a construção de sua própria casa. Gostavam de participar de excursões de ônibus, bailes, festas de igreja e jantares dançantes.

 

Com pouco tempo de casados aconteceu a primeira gestação e, num intervalo de dois em dois anos, nasceram os demais filhos, num total de sete. Todos receberam uma boa educação, estudaram, trabalham e casaram, com exceção de um que se encontra ainda solteiro.

 

Zulma, depois de casada, sempre foi dona de casa e ajudava na renda familiar com trabalhos de crochê e bordados. Hoje trabalha com suas filhas, Maria Aparecida, Maria Helena e Maria Inez, numa facção montada em sua casa. José enfrenta um problema respiratório (pneumoconiose), devido ao trabalho na mina, mas, mesmo assim, consegue fazer o café da tarde e, às vezes, o almoço para ajudá-las.

 

José, seu esposo, nasceu no dia 20/05/1939, filho de João Pedro Maximiano e de Dozolina Brocca, em Rio América e foi batizado em Cocal. Era mineiro e trabalhou como recepcionista de hotel e viajante, quando se aposentou. Ele tem 12 irmãos sendo dentre eles uma adotiva. Quando tinha 8 anos, foi com seus pais morar em Rio de Dentro, distrito de Torres. Estudou até a 5ª série e ajudava seus pais na lavoura. Aos 18 anos, serviu o exército no Rio Grande do Sul, no 6º BE (Batalhão de Engenharia de Combate). Aprendeu a profissão de pedreiro quando retornou do exército. Na Semana de seu casamento a família voltou a morar em Santa Catarina na bairro Pinheirinho.

Álbum de Família