Maria Fontana

Casada com Pelegrino Padoin

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Maria Fontana nasceu no dia 10 de Agosto de 1930 na cidade de Criciúma/ Santa Catarina, filha de João Fontana e sua primeira esposa Domenica Possa Fontana, foi a segunda dos quatro filhos do casal. Quando bebê sofreu paralisia infantil e sem muitos recursos para tratamento conviveu com as pernas e dedos de uma mão atrofiados por toda vida, mesmo com esta dificuldade foi sempre uma pessoa guerreira e trabalhadora. Em sua infância freqüentou pouco tempo a escola, para ajudar na lavoura e afazeres domésticos, devido a perca prematura de sua mãe, sendo assim aprendeu apenas a escrever seu nome e a fazer contas matemáticas necessárias.

 

Maria morou no estado de Santa Catarina aproximadamente até seus 30 anos, após foi morar com seu irmão José Fontana, no Paraná, permanecendo com o mesmo por dez anos. 

Neste tempo conheceu seu esposo Pelegrino Padoin, nascido em 1916 e vindo da Itália onde servira na 2º guerra mundial por sete anos. Não demorou muito para que os dois se casassem e constituíssem sua família. No inicio moraram em terras agregadas e, com muito esforço e trabalho, conseguiram adquirir seu próprio terreno com uma pequena casa de madeira. Com a morte de seu pai João e a herança para seus filhos deixada, Maria comprou uma nova casa mais próxima da cidade, onde permaneceu se dedicando a roça, com o arrendamento de terras, bem como a rotina do lar. 

 

No ano de 1970 teve seu primeiro filho, já com 40 anos, chamado João Gilberto Padoin, e após dois anos, seu segundo e ultimo filho, uma menina chamada Ivone Rosa Padoin. Seu lazer era freqüentar festas da igreja de sua comunidade, sempre amiga de seus vizinhos e dos mais idosos foi uma mulher de personalidade calma e calada, porém de muita determinação, que apesar das dificuldades impostas pela vida, com sua deficiência física e com seu marido enfrentando problemas com álcool e traumas sofridos por ter servido a guerra, conseguiu repassar sempre aos seus filhos o valor do trabalho e da honestidade. No ano de 2012 sofreu três paradas cardíacas, ficando cinquenta e cinco dias se alimentando por sonda, tendo falência múltipla dos órgãos e falecendo no dia das mães daquele ano.

Álbum de Família