Leduína Fontana

 

Casada com Elias Simão

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e de outras  informações de Leduía Fontana

Filha de Afonso Fontana e de Ana Dal Pont, Leduína nasceu no ano de 1933, em Garapuvu, Sombrio, SC. Era uma menina muito bonita, loira de olhos azuis. Viveu a infância com seus pais e irmãos trabalhando e brincando, assim como era o costume de antigamente. Leduína frequentou a escola por muito pouco tempo, mas como era uma menina esperta, aprendeu muito bem a se virar com a escrita, leitura e números.

 

Gostava de rezar o terço todas as noites. Ainda cedo a rezar também o terço na igreja e a partir daí a dar catequese, tornando-se catequista. No mês de maio e outubro, com os irmãos e vizinhos, percorria longo trecho, à noite, até a igreja de Vista Alegre, para rezar o terço e ensaiar os cantos para as festas de Nossa Senhora do Rosário e São Liberal. Fez diversos cursos de catequese religiosa, sobre a orientação do Padre João Reitz. Para participar destes cursos, tinha que sair de casa muito cedo, com a companhia de Odila Frezza e Vanda Acordi, para poder estar na Igreja Matriz de Sombrio às 8 horas. Os cursos acabavam sempre às 16 horas, quando retornavam para as suas casas. Algumas vezes o seu pai, Afonso, levava-as de fubica até Sombrio. Levavam sempre o almoço de casa, que era uma batata assada, ovo cozido, pão com bolacha. Em Sombrio compravam uma gasosa, para acompanhar o almoço. Também foi zeladora do Apostolado da Oração.

Leduína, como era bem esperta, logo começou a namorar com Elias Simão, moço trabalhador e honesto, com quem veio a se casar, em seguida. Trabalhavam juntos na roça e ali rezavam e cantavam. De longe se ouviam as suas vozes, que tanto poderia ser de um canto religioso, como de uma moda caipira. Não tinham a mínima dificuldade para cantar qualquer tipo de música.

 

Leduína e Elias, sempre quiseram ter filhos, mas como não conseguiram. Para poder realizar o desejo de serem pais, resolveram adotar uma criança e a escolhida foi uma menina de nome Maria das Graças, nascida em 1958. Durante a sua vida de casada, Leduína também como professora, substituindo as titulares do cargo, que por algum motivo tinham que se ficar afastada da escola.

 

Quando passou dos 30 anos de idade, Leduína foi acometida de um câncer de mama, chegando a fazer tratamento em Porto Alegre. Foram dois anos de cirurgia e aplicações. Durante este tratamento na capital gaúcha, ficava na casa de Leonir Martins, que tinha sido esposa de seu primo José, filho de André Fontana. Foram dois anos de idas e vindas até ficar muito debilitada, já que naquele tempo, os recursos da medicina eram poucos, não resistindo à doença, veio a falecer prematuramente, com apenas 34 anos de idade, deixando a filha adotiva e o esposo Elias Simão. 

Elias Simão era filho de Francisco Simão e de Pasoalina Paisoli. Depois de viúvo, volta a casar-se, desta vez, com Maria de Lurdes Longarete Costa, que também já tinha uma filha, Suely Regina Costa.

 

Casamento de Leduína e Elias, com a Josefá Rigonense Simão, à esquerda e Nona Piasoli, à direita.

Em pé da esquerda: Ema Simão, Maria Fontana, Cecília Simão, Teresa Simão, Adelina Fontana, Adelina Simão, Avelina Simão, Zefira Fontana e Santina Simão.