Assunta

 

Uma mulher que despertava admiração de quem a conhecia

Atrás: José, Rosa, Francisco, Teresa, Maria e Leandro.  / Na frente: Joncondo, Antônio, Assunta, Adelaide, Adeoadato e Alvira.

Assunta Fontana, filha dos imigrantes Fortunato Giuseppe e Teresa Benedet Fontana, nasceu no dia 10 de maio de 1893 no Bairro São Simão, em Criciúma. Casou-se com Adeodato Darolt em 1915 e moraram em Morro Albino, hoje proximidades da BR-101. Tiveram os filhos: Maria, Tereza, Francisco, José, Rosa, Alvira, Jocondo, Adelaide, Rosália e Antônio.

 

Em depoimento recente do vizinho Elias Darós à Alvira Fontana, Assunta era uma mulher exemplar em todos os pontos da vida, sempre alegre mesmo nos momentos difíceis e era uma mulher belíssima.

 

O marido Adeodato, como meio de ganhar a vida tinha um engenho de cachaça e farinha e, toda primeira cachaça que saia do alambique ele experimentava. Assunta ficava vigiando o marido para que não exagerasse nas doses, mas ele não gostava. Mas não era esse sua única fonte de renda...isso porque Adeodato era tabém carpinteiro de mão cheia e, muito trabalhador, não deixava que nada faltasse a sua família.

 

Seguindo a tradição da família, eram muitos religiosos e nos finais de semana participavam da missa no Morro Albino. Seu marido faleceu cedo, quando tinha apenas 55 anos de idade e como era uma mulher de fibra, batalhou muito para criar os filhos que ainda eram solteiros. Quando os filhos já estavam casados e nasciam seus netos era sempre ela que dava a primeira sopinha e ensinava os pequenos a rezar o terço todas as noites. Assunta veio a falecer no dia 24 de novembro de 1969.